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Atraso na fala de crianças: quando começar a se preocupar?

Você sabia que o atraso na fala de crianças pode ser um indício de perda auditiva? Problemas desse tipo são mais fáceis de serem identificados em adultos, pois eles demonstram mais claramente quando não estão ouvindo bem. Além disso, sabem expressar melhor os sintomas que estão sentindo. Já em relação aos pequenos, nem sempre é fácil identificar essas disfunções.

Distúrbios associados à audição podem contribuir para que a pessoa se isole, uma vez que não consegue manter uma boa comunicação com familiares e amigos. Como a socialização é algo importante na vida de todos e precisa ser desenvolvida, em especial durante a infância, é necessário ter atenção nesse sentido.

Continue a leitura do post e saiba o que deve ser observado e que profissionais devem ser procurados quando a criança está demorando para começar a falar.

Quando o atraso na fala de crianças é considerado normal?

Embora exista um período mais ou menos definido por médicos, estudiosos e pesquisadores, no que diz respeito ao desenvolvimento da fala por parte das crianças, é preciso ressaltar que esse processo não ocorre da mesma forma para todas as pessoas.

Assim, é possível encontrar crianças da mesma idade que apresentam níveis diferentes de expressão por meio da fala e isso não significa que uma delas tenha qualquer tipo de problema.

Porém, em algumas situações, o atraso na fala pode estar associado a distúrbios auditivos, que, consequentemente, acabam por influenciar o desenvolvimento da linguagem oral. De qualquer forma, os pais e as pessoas mais próximas da criança devem estar atentos a esse fato e observar alguns sintomas que podem indicar perda auditiva.

Quais sintomas devem ser observados?

De modo geral, é preciso se certificar de que a criança reage a estímulos sonoros ao seu redor e também ter certeza de que ela balbucia algumas palavras ou se expressa, oralmente, de alguma forma.

Alguns sinais, em idades mais específicas, podem indicar a necessidade de uma verificação mais precisa. De um a dois anos, por exemplo, deve-se notar se há:

  • dificuldade, por parte da criança, para compreender o que é falado pelos outros;
  • aparente falta de interesse em tentar reproduzir sons e/ou palavras;
  • preferência pelo uso de gestos para estabelecer comunicação.

Depois dos dois anos de idade, os indícios mais evidentes são:

  • tom de voz diferente do normal (anasalado, por exemplo);
  • ausência da elaboração de palavras ou frases, de forma espontânea;
  • repetição de palavras que não apresentam sentido no contexto da comunicação;
  • dificuldade, por parte de quem ouve, para entender o que é dito pela criança, na maior parte das vezes em que ela se expressa oralmente.

Que profissionais procurar?

Os recém-nascidos devem passar pelo Teste da Orelhinha, um exame obrigatório realizado por um fonoaudiólogo geralmente nas primeiras 48 horas de vida do bebê e que tem como objetivo fazer uma avaliação da audição e identificar possíveis problemas auditivos.

Mesmo que nenhuma alteração tenha sido constatada na época em questão, caso algo diferente seja notado posteriormente, principalmente nos dois primeiros anos de vida da criança, os pais devem levá-la a um médico otorrinolaringologista e a um fonoaudiólogo.

Esses são os profissionais mais indicados para identificar com precisão o que realmente está causando o atraso na fala e também para prescrever o tratamento adequado.

É muito importante ressaltar que, quanto antes a causa do problema for descoberta e o tratamento tiver início, maiores serão as chances de se amenizar o atraso na fala de crianças.

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